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CURIOSIDADES SOBRE CALÇADOS
  CALÇADOS
CALÇADOS
 
CALÇADOS, CUIDADOS, CONSERVAÇÃO, SAPATOS, CAMURÇA, COURO, MEIAS, PÉS...


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01 - COMO SURGIU A NUMERAÇÃO DE CALÇADOS Loja do Sidney
Hotel Bertoncini
 

"A numeração dos calçados surgiu na Inglaterra; a medida era baseada inicialmente no grão de cevada; três grãos de cevada correspondiam a uma polegada.

Em 1305, para uniformizar as medidas em certos negócios, o rei Eduardo I, da Inglaterra, decretou que fosse considerada como uma polegada a medida de 3 grãos secos de cevada, colocados lado a lado. Os sapateiros ingleses gostaram da idéia e passaram a fabricar, pela primeira vez na Europa, sapatos em tamanho padrão, baseados no grão de cevada. Desse modo, um calçado infantil medindo treze grãos de cevada passou a ser conhecido como tamanho 13 e assim por diante.


Em meados do século XIX começaram a surgir as máquinas para auxiliar na confecção dos calçados mas, só com a máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.

A partir da quarta década do século XX, grandes mudanças começam a acontecer na Indústria calçadista, como a troca do couro pela borracha e pelos materiais sintéticos, principalmente nos calçados femininos e infantis.

Sistema de Numeração dos Calçados
Há três sistemas básicos universais: Inglês, Americano e Francês.

Sistema Inglês e Americano: Baseiam-se na polegada (unidade de medida inglesa), que corresponde à l/3 do pé ou 2,54 cm. Entre um número e outro há uma diferença de 8,466 mm.

Sistema Francês: Baseia-se no centímetro, e a diferença entre um número e outro é de 6,666 mm. No Brasil, utilizamos a escala francesa modificada. Ou seja, um calçado número 37 na França corresponde para nós a um 35."
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02 - COMO SURGIU O SAPATO Jardim do Éden
Curiosidades JT
 

 

"história do sapato começa com as evidências que mostram o momento que o homem sentiu necessidade de proteger os pés.

Muitos atribuem aos egípcios a arte de curtir couro e fabricar sapatos, porém, existem evidências de que os sapatos foram inventados muito antes, no final do Período Paleolítico.
Existem evidências que a história do sapato começa a partir de 10 mil a.C., ou seja, no final do Paleolítico, pois pinturas desta época, em cavernas na Espanha e no sul da França, fazem referência ao calçado.

Entre os utensílios de pedra dos homens das caverna existem vários que serviam para raspar as peles, o que indica que a arte de curtir é muito antiga. Nos hipogeus egípcios, que eram câmaras subterrâneas usadas para enterros, e que têm idade entre seis e sete mil anos, foram descobertas pinturas que representavam os diversos estados do preparo do couro e dos calçados.


No Antigo Egito, as sandálias dos egípcios eram feitas de palha, papiro ou de fibra de palmeira e era comum as pessoas andarem descalças, carregando as sandálias e usando-as apenas quando necessário. Sabe-se que apenas os nobres da época possuíam sandálias. Mesmo um faraó como Tutancamon usava sandálias e sapatos de couro simples, apesar dos enfeites de ouro.

Na Mesopotâmia eram comuns os sapatos de couro cru, amarrados aos pés por tiras do mesmo material. Os coturnos eram símbolos de alta posição social.

Na Grécia Antiga, os gregos chegaram a lançar moda, como a de modelos diferentes para os pés direito e esquerdo.

Na Roma Antiga, o calçado indicava a classe social. Os cônsules usavam sapato branco, os senadores sapatos marrons presos por quatro fitas pretas de couro atadas a dois nós, e o calçado tradicional das legiões era a bota de cano curto que descobria os dedos.

Na Idade Média, tanto homens como mulheres usavam sapatos de couro abertos que tinham uma forma semelhante ao das sapatilhas. Os homens também usavam botas altas e baixas, atadas à frente e ao lado. O material mais corrente era a pele de vaca, mas as botas de qualidade superior eram feitas de pele de cabra.

Os primeiros calçados conhecidos, usados em regiões quentes, eram sandálias feitas com fibras de plantas ou couro.

Os antigos egípcios usavam sandálias já em 3700 a.C.

Sapato era objeto de luxo. A fabricação em massa só começou a partir de 1760, quando foi construída a primeira fábrica de sapato em Massachusetts, Estados Unidos. O artesanato cedeu lugar à produção industrial.

Em Roma o sapato indicava a classe social do usuário. O calceus, sapato fechado dos cidadãos originou o nome calçado e não podia ser usado por escravos.

A numeração do sapato originou-se na idade média na Inglaterra, quando o rei Eduardo I uniformizou as medidas, decretando que uma polegada correspondia a três grãos de cevada colocados um atrás do outro.

Até a metade do século XIX, os dois pés do sapato eram iguais. O primeiro par feito com pé direito e pé esquerdo apareceu entre 1801 e 1822, na Filadélfia.

O pé, até o século XX, era considerado símbolo de castidade, uma parte do corpo mais tentadora que os seios, por isso devendo ser protegido dos olhares cobiçosos."

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03 - MODELOS DE SAPATOS Arroz do Vale
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"Escarpim: Sapato feminino fechado, também chamado decotado, geralmente de salto alto ou médio.

Luís XV: Sapato feminino similar ao escarpin, mas geralmente de bico fino e salto bem alto.

Chanel: Sapato feminino aberto atrás (no calcanhar), onde uma tira circunda o pé, de salto alto ou médio.

Sandália: Sapato aberto, fixado ao pé geralmente por tiras.

Sapatilha: Sapato geralmente feminino, decotado, de salto baixo ou sem salto, com solado flexível e cabedal em material macio.

Tamanco: Sapato constituído de um solado (cepa) de madeira ou plástico, inteiriço, com um cabedal também inteiriço que cobre o peito do pé.


Chinelo: Sapato aberto, macio, fabricado nos mais variados modelos, com salto baixo ou sem salto.

Mocassim: Sapato em que o cabedal envolve todo o pé, apresentando uma peça característica na gáspea, espelho ou pala costurada à mão.

Tênis: Sapato destinado originalmente à prática de esportes, mas hoje de uso geral. Fabricado com diferentes alturas de cano tipos de solado e materiais de cabedal.

Bota: Sapato dotado de um cano, ou seja, de uma parte traseira que cobre pelo menos o tornozelo, subindo pela perna até abaixo, além ou na altura do joelho. Dependendo da altura do cano e das suas características de modelagem, pode chamar-se bota, botina ou botinha."


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04 - O CALÇADO NO BRASIL Canuto Turismo
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"Utilizados somente como proteção dos pés, com a vinda da côrte portuguesa ao Brasil, em 1808, o comércio sofreu um incremento e os costumes europeizaram-se, passado o sapato a fazer parte da moda. Nesta época os escravos eram proibidos de usar sapatos, mas quando conseguiam a liberdade, compravam um par de calçados como símbolo da nova condição social. Como muitos não se acostumavam a usá-lo, viravam objeto de decoração ou de prestígio, carregando-os, orgulhosamente, nos ombros ou nas mãos.

Apesar de existerem várias sapatarias no Rio de Janeiro para atenderem o mercado da alta sociedade local, o calçado normalmente era importado da Europa. No final do século XIX o modelo básico do calçado era a botina fechada de camurça, de pelica ou de seda para as mulheres mais abastadas, e os chinelos para o restante da população feminina.

Nas décadas de 1910 e 1920 o modelo de sapato feminino mais usado no Brasil era o borzeguim ou a botina, evitando os pés expostos, mesmo que os vestidos já tivessem subido seu comprimento.

No pós-guerra houve uma mudança muito grande na maneira de vestir e de calçar. A mulher passou a sair às ruas, praticar esportes e cuidar do corpo, sendo o tênis inventado nessa época. Além disso, como os vestidos encurtaram, os sapatos ficaram mais à mostra, aumentando a preocupação com a estética do calçado."

Referências - SCHEMES, Claudia. Pedro Adams Filho: empreendedorismo, indústria calçadista e emancipação de Novo Hamburgo. Tese. PUCRS. Porto Alegre, 2006.

 



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