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CURIOSIDADES GERAIS
27 - INVENÇÕES BRASILEIRAS 28 - FONTES DE ENERGIA
29 - AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO 30 - AS SETE NOVAS MARAVILHAS DO MUNDO
31 - DESENHO 32 - A HISTÓRIA DO DESENHO
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27 - INVENÇÕES BRASILEIRAS Burin Auto Center
   
   

"Invenções brasileiras!

Santos Dumont, o “pai de aviação”, não é o único inventor brasileiro. Vejamos algumas importantes invenções brasileiras:

• Urna eletrônica.

O primeiro terminal de votação por computador foi instalado em Brusque (Santa Catarina), em caráter experimental, nas eleições de 1989. Quem o criou foi Carlos Prudêncio, que na época era juiz eleitoral no Estado. Com a ajuda do irmão, empresário da área de informática, ele fez

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• Painel eletrônico.

Aquelas placas luminosas usadas nos jogos de futebol, durante as substituições, foi desenvolvida no Ceará por Carlos Eduardo Lamboglia, em 1996. No ano seguinte, ele patenteou a invenção e na Copa da França foi usada em todos os jogos.

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• Tênis computadorizado.

Sensores eletrônicos registram sinais de impacto do pé. Um microprocessador agrupa dados de velocidade, distância e tempo. Lançado pela Alpagartas em 2001, chama-se Rainha Digital Personal Trainer.

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• Cartão telefônico.

Feito de PVC e com um circuito elétrico ligado a pequenas superfícies metálicas, o cartão telefônico foi criado pelo engenheiro Nélson Guilherme Bardini em 1978, quando trabalhava na Telebrás. Mas ele só foi implementado oficialmente no Brasil em 1992.

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• Soro antiofídico em pó.

Em 2000, foi desenvolvido pelo veterinário Rosalvo Guidolin. Diferente do líquido, que deve ser mantido entre 4 e 8 graus centígrados, o soro antiofídico em pó pode ser levado na mochila e tem validade maior.

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• Escorredor de arroz

A cirurgiã-dentista Therezinha Beatriz Alves de Andrade Zorowich criou o utensílio em 1959. Com a ajuda do marido, Beatriz montou um protótipo em papel de alumínio e apresentou a invenção ao dono da Trol S/A. O invento foi apresentado na Feira de Utilidades Domésticas em maio de 1962.

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• Cafezinho de bolso

Um xícara, um coador, sache de açúcar, colherinha para mexer, uma lixeira e uma dose com 6 gramas de café torrado e moído. Os autores desse kit são Adílson Sanches e Luiz Fabichak . Eles começaram a fabricar o Drip Coffee em 1995. Para prepará-lo, só falta mesmo a água quente.

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• Coração artificial

Criado em 2000 pelo engenheiro mecânico Aron de Andrade, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (em São Paulo), tem o tamanho de uma bola de tênis e é feito de poliuretano. É ligado ao coração natural e alimentado por um motor elétrico."

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    "...Oficina do Marcinho = mecânica em geral, injeção eletrônica = Oficina do Marcinho..."    
     
       
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28 - FONTES DE ENERGIA Imobiliária Tettus
   
   

"Quando a energia elétrica chegou ao Brasil?

A energia elétrica chegou ao Brasil por uma Termelétrica instalada na cidade de Campos, no Rio de Janeiro, foi construída em 1883.
Naquela época, era difícil uma termelétrica porque o Brasil não tinha reservas de carvão e petróleo – os principais combustíveis das termelétricas -.

Que cidade brasileira foi a pioneira no uso de energia elétrica?
A primeira cidade a receber energia elétrica de utilidade pública foi Juiz de Fora(MG), embora já haviam usinas que geravam energia em outras cidades para o Brasil.

Quais foram as três primeiras Hidrelétricas no Brasil?

As três primeiras hidrelétricas no Brasil foram:

-Diamantina (MG), no rio Ribeirão do Inferno, afluente do rio Jequitinhonha, porém, esta usina não foi construída para utilidade pública.

-Outra hidrelétrica foi construída em Juiz de Fora (MG), no Rio Paraibúna. Foi a Usina de Marmelos

-A usina hidrelétrica Parnaíba foi construída em São Paulo, no rio Tietê, e foi construída pelo grupo Light - primeiro grande grupo estrangeiro a se constituir no país.

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Hidrelétrica
Produção: Inicialmente, uma usina hidrelétrica deve ser construída em uma grande represa que apresenta desníveis em seu curso. A força da água (energia potencial) passará pelas turbinas, movimentando-as, então, surge a energia mecânica. Essas turbinas estão conectadas a um gerador que é responsável em transformar energia mecânica em energia elétrica. Essa energia elétrica é distribuída às cidades pelas redes de alta tensão, até chegar nas casas.

Vantagens:
As vantagens são que uma usina hidrelétrica, após construída, tem muitos anos de durabilidade e baixos custos de manutenção. A hidreletricidade é uma das mais baratas formas de consumo de energia.

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Desvantagens:
As desvantagens de uma hidrelétrica estão na sua construção. Primeiro que, para construir uma hidrelétrica os custos são muito altos, e causam impactados ambientais como alagamentos.

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Usinas Nucleares

As usinas nucleares são instalações que produzem energia elétrica a partir de materiais radioativos (geralmente o urânio). Esses materiais sofrem uma reação nuclear que produz calor (energia térmica) que é utilizado para movimentar as turbinas (energia mecânica), que estão conectadas a um gerador que produz eletricidade. Depois que a reação nuclear acontece, um vapor não radioativo sai pelas torres de resfriamento.

Vantagens:
As vantagens de uma usina nuclear são que os gases lançados na atmosfera não contribuem para o efeito estufa e não polui o ar. Essas usina também não precisam ser construídas em

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grandes áreas de terreno, não depende das condições climáticas e quase não causa nenhum impacto ambiental.

Desvantagens:
As desvantagens são que os combustíveis devem ficar isolados, e depois da reação nuclear, é produzido o lixo nuclear, que é radioativo e deve ficar isolado durante anos. Esse método de produção de eletricidade também é mais caro comparado aos outros métodos. Também há risco de um acidente nuclear, o que ameaça todos seres vivos próximos à usina.

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Geradores Solares

Os painéis solares fotovoltaicos são utilizados para converter energia da luz do Sol em energia elétrica. Os painéis são colocados em lugares expostos ao Sol, para absorverem luz, que aciona o gerador para produzir eletricidade. Esse tipo de energia pode ser transformado no mesmo lugar de consumo, colocando painéis fotovoltaicos nos telhados de casas, sítios, fazendas, etc, que não tenham sombra.

Vantagens:

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As vantagens deste modo de produção de eletricidade é que, não contribui para o efeito estufa, tem combustível inesgotável e os painéis duram anos sem muita manutenção necessária. Os preços operacionais são baixos e a energia solar ajuda a reduzir o desperdício transmissão de
energia que ocorre ao longo da rede elétrica.

Desvantagens:
As desvantagens dos painéis fotovoltaicos são o alto custo de instalação e a energia solar deve ser armazenada em baterias para garantir energia elétrica à noite, pois sem o sol, é impossível ter energia dos geradores solares.

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Termelétrica

Nas termelétricas, a eletricidade é produzida a partir do calor liberado pelo queima de combustíveis (combustão). Geralmente, os combustíveis de uma termelétrica são: gasolina, gás natural, carvão e petróleo. Esse calor (energia térmica) passa pelas turbinas, fazendo-as girar (energia mecânica). Essas turbinas estão conectadas a um gerador que transformam essa energia em eletricidade. Depois, a energia elétrica é distribuída por fios.

Vantagens:
As vantagens das termelétricas são que a produção de energia é barata,e os combustíveis

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renováveis: madeira, bagaço de cana, que podem ser produzidas pelo homem por meio agrícola ou florestal, são combustíveis baratos.

Desvantagens:
As desvantagens são que, os combustíveis fósseis (não renováveis) liberam gases causadores do efeito estufa, contribuindo para o aquecimento global e causando problemas respiratórios para as cidades vizinhas.

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Usinas Eólicas:
Nas usinas eólicas, o combustível usado é o vento. O vento movimenta os aerogeradores (grandes cataventos), que aciona um gerador, produzindo assim, eletricidade.

As usinas eólicas precisam ser instaladas em lugares onde venta muito, pois sem vento, não há energia elétrica, por isso, a maioria das usinas eólicas do Brasil estão localizadas no Nordeste (onde há mais vento).

Vantagens:

As vantagens de uma usina eólica são que, uma vez construída, o combustível é totalmente grátis (o vento) e a produção de eletricidade não gera resíduos nem gases poluentes. É também uma das mais baratas fontes de energia e os terrenos das instalação podem ter outros usos (a

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agricultura, por exemplo).

Desvantagens:
As desvantagens são que nem sempre está ventando onde a usina eólica se localiza, podendo faltar energia nos momentos com a ausência de vento. Essas usinas causam também grande impacto sobre as aves, que morrem ao tentarem passar pelas pás e não conseguem, e o vento, quando bate nas pás produz um ruído, por isso, as cidades vizinha a uma usina eólica devem estar a pelo menos 200m de distância."

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    Laxa Advogado
29 - AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO Terra Negócios Imobiliários
   
   

"As sete maravilhas do mundo (também conhecidas como Sete Maravilhas do Mundo Antigo) são uma famosa lista de majestosas obras artísticas e arquitetônicas erguidas durante a Antiguidade Clássica, cuja origem atribui-se a um pequeno poema do poeta grego Antípatro de Sídon.
Das sete maravilhas, a única que resiste até hoje praticamente intacta é a Pirâmide de Quéops, construída há quase cinco mil anos. É interessante que na Grécia se encontrava apenas a estátua de Zeus em Olímpia, construída em ouro e marfim com 12 metros de altura. A idéia que se tem dela vem das moedas de Elis onde foi cunhada a figura da estátua de Zeus.
As sete maravilhas do mundo antigo

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Pirâmide de Quéops

Ao contrário do que muitos pensam é apenas a Pirâmide de Quéops (e não todas as três grandes Pirâmides de Gizé) que faz parte da lista original das Sete Maravilhas do Mundo. A Pirâmide de
Quéops foi construída há mais de 4500 anos, por volta do ano 2550 a.C., e é também chamada de
Grande Pirâmide de Gizé ou apenas Grande Pirâmide. A majestosa construção de 147 metros de altura foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1889), com a construção da Torre Eiffel. A Grande Pirâmide de Gizé foi construída como tumba real para o faraó Khufu (que dá nome à pirâmide).

O curioso é que a pirâmide de Queóps já era a mais antiga dentre todas as maravilhas do mund
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antigo (afinal, na época já fazia mais de dois mil anos que havia sido construída) e é justamente a única que se mantém até hoje.

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Jardins suspensos da Babilônia

Os Jardins Suspensos da Babilônia são as maravilhas menos conhecidas, já que até hoje encontram-se poucos relatos e nenhum sítio arqueológico foi encontrado com qualquer vestígio do monumento. O único que pode ser considerado "suspeito" é um poço fora dos padrões que imagina-se ter sido usado para bombear água. Foram construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia - no atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços sobrepostos onde foram plantadas árvores e flores.
Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas

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e fontes.
Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera. Capital do império caldeu, a Babilônia, sob Nabucodonosor, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo. Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilônios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilônia "ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido". Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilônia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência. Não se sabe quando os jardins foram destruídos; sobre as ruínas da Babilônia ergueu-se, hoje, a cidade de Al-Hillah, a 160 quilômetros de Bagdá, a capital do Iraque.

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Estátua de Zeus em Olímpia

A estátua de Zeus em Olímpia foi construída no século V a.C. por Fídias, em homenagem ao rei dos deuses gregos — Zeus. A estátua, construída em ouro e marfim e decorada com pedras preciosas, possuía 12 metros de altura. Após 800 anos foi levada para Constantinopla (hoje Istambul), onde acredita-se ter sido destruída em 462 d.C. por um terremoto.
Essa é considerada sua obra-prima. Tanto os gregos amavam seus trabalhos que dizia-se que ele revelava aos homens a imagem dos deuses. Supõe-se que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura - o equivalente a um prédio de cinco andares - e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas. Fídias

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esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nike, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes. A estátua de Zeus foi destruída nesse mesmo século V a.C.

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Templo de Ártemis em Éfeso

O templo de Artemis em Éfeso, construído para a deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, foi o maior templo do mundo antigo. Localizado em Éfeso, atual Turquia, o templo foi construído em 550 a.C. pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes. Após concluído virou atração turística com visitantes de diversos lugares entregando oferendas, e foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato, que acreditava que destruindo o templo de Ártemis teria seu nome espalhado por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram seu nome, só conhecido graças ao historiador Strabo. Alexandre ofereceu-se para restaurar o templo, mas ele começou a ser reconstruído só em 323 a.C., ano da morte do macedônio.

Mesmo assim, em 262 d.C., ele foi novamente destruído, desta vez por um ataque dos godos.

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Com a conversão dos cidadãos da região e do mundo ao cristianismo, o templo foi perdendo importância e veio abaixo em 401 d.C; e hoje existe apenas um pilar da construção original em suas ruínas.

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Mausoléu de Halicarnasso

O mausoléu de Halicarnasso foi o suntuoso túmulo que a rainha Artemísia II de Cária mandou construir sobre os restos mortais de seu irmão e marido, o rei Mausolo, em 353 a.C.. Foi construído por dois arquitetos gregos — Sátiro e Pítis — e por quatro escultores gregos — Briáxis, Escopas, Leocarés e Timóteo.
Hoje, os fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres, e em Bodrum, na Turquia. A palavra mausoléu é derivada de Mausolo.

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Colosso de Rodes

O Colosso de Rodes era uma gigantesca estátua do deus grego Hélios colocada na entrada marítima da ilha grega de Rodes. Ela foi finalizada em 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos, tendo 30 metros de altura e setenta toneladas de bronze, de modo que qualquer barco que adentrasse a ilha passaria entre suas pernas, que possuía um pé em cada margem do canal que levava ao porto. Na sua mão direita havia um farol que guiava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguia abraçar o seu polegar. Foi construída para comemorar a retirada das tropas macedônias que tentavam conquistar a ilha, e o material utilizado para sua confecção foram armas abandonadas pelos macedônios no lugar. Apesar de imponente, ficou em pé durante apenas 55 anos, sendo abalada por um terremoto que a jogou no fundo da baía. Ptolomeu III se ofereceu para reconstruí-la, mas os habitantes da ilha recusaram por achar que haviam ofendido Hélios. E no fundo do mar ainda era tão impressionante que muitos viajaram para vê-la lá em baixo, onde foi esquecida até a chegada dos árabes, que a venderam como sucata.

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Farol de Alexandria

O Farol de Alexandria foi construído a mando de Ptolomeu I no ano 280 a.C. pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido. Era uma torre de mármore situada na ilha de Faros (por isso, "farol"), próxima ao porto de Alexandria, Egito, no alto da qual ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava até 50 km de distância, daí a grande fama e imponência daquele farol. À excepção das pirâmides de Gizé, foi a que mais tempo durou entre as outras maravilhas do mundo, sendo destruída por um terremoto em 1375. Suas ruínas foram encontradas em 1994 por mergulhadores, o que depois foi confirmado por imagens de satélite.


Origem da Lista

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A origem da lista é duvidosa, normalmente atribuída ao poeta e escritor grego Antípatro de Sídon, que escreveu sobre as estruturas em um poema. Outro documento que contém tal lista é o livro De septem orbis miraculis, do engenheiro grego Philon de Bizâncio. A lista também é conhecida como Ta hepta Thaemata ("as sete coisas dignas de serem vistas").
Os gregos foram os primeiros povos a relacionar as sete maravilhas do mundo entre os anos 150 e 120 a.C.. Extraordinários monumentos e esculturas erguidos pela mão do homem, construídos na antigüidade fascinam por sua majestade, riqueza de detalhes e magnitude até hoje. Podemos imaginar o aspecto que outros monumentos e esculturas tinham a partir de descrições e reproduções estilizadas em moedas.

As novas sete maravilhas

Em 2006 a fundação New 7 Wonders estabeleceu um projeto para escolher as novas sete maravilhas do mundo. Para isso, no dia 1 de janeiro de 2007 deu início a um concurso para eleger as novas sete maravilhas.
A 7 de Julho de 2007 foram divulgadas as novas sete maravilhas.

Maravilhas do mundo medieval

Existem diversas listas sobre as "(sete) maravilhas do mundo medieval" da Idade Média. Mas é pouco provável que estas listas surgiram nessa época, porque a palavra "medieval" foi introduzida na época do Iluminismo e o conceito da "Idade Média" tornou-se popular só a partir do século XVI. O dicionário Brewer's Dictionary of Phrase & Fable sugire tratar-las como listas desenvolvidas após a Idade Média.
Muitas das estruturas contidas nestas listas foram construídas antes da Idade Média, mas eram bem conhecidos.[3] As listas levam nomes como "Maravilhas da Idade Média" (implicando nenhuma limitação específica para sete), "Sete Maravilhas da Idade Média", "Patrimônio Medieval" e outras denominações.
Os representantes mais comuns das sete maravilhas da Idade Média são:
Stonehenge
Coliseu de Roma
Catacumbas de Kom el Shoqafa
Torre de Porcelana de Nanquim
Muralha da China
Torre de Pisa
Basílica de Santa Sofia
Porém, existem listas adicionando ainda mais itens, como por exemplo:
Abadia de Cluny
Taj Mahal e outros"

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    sobre o mesmo tema - veja: curiosidades dicas fotos vídeos    
     
       
    Cerâmica São Lourenço.
30 - AS SETE NOVAS MARAVILHAS DO MUNDO Cerâmica Santa Rosa
   
   

"As Novas 7 Maravilhas do Mundo foi uma revisão de caráter informal e recreativo da lista original das sete maravilhas, idealizada por uma organização suíça chamada New Open World Corporation (NOWC). A seleção foi feita mundialmente por votos pela internet gratuitos e ligações telefônicas. Ao final do ano de 2005, a lista de monumentos inscritos contava com 200 integrantes e foi reduzida aos 77 mais votados pelo público.
Os 21 monumentos finalistas foram escolhidos por um grupo de arquitetos liderados pelo ex-diretor geral da Unesco Federico Mayor, com base nos critérios de beleza, complexidade, valor histórico, relevância cultural e significado arquitétocnico. Porém, as Pirâmides do Egipto foram retiradas da lista de finalistas para receber o título de "Maravilha Honorária", restando apenas 20 finalistas que foram novamente submetidos a votação livre. Os 7 monumentos vencedores foram apresentados publicamente em uma cerimônia realizada no dia 7 de Julho de 2007 no Estádio da Luz, em Lisboa, Portugal. Nessa mesma apresentação foram também reveladas as Sete Maravilhas de Portugal. A votação foi uma das maiores da história contabilizando mais de 100 milhões de votos.

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História

De acordo com a página NOWC milestones, o empresário suíço Bernard Weber criou o projeto em setembro de 1999. Em 24 de novembro de 2005, 177 monumentos foram incluídos na votação. Para ser incluído na lista, as maravilhas deveriam ser criadas pelo homem, ter sido completadas antes do ano 2000, e estar em estado de conservação "aceitável". Em 1 de janeiro de 2006, o NOWC divulgou que a lista tinha sido diminuída para 21 locais, e depois à 20 com as reclamações do Egito.
Os votos poderiam ser dados por qualquer pessoa, organização ou governo. Como foi explicado nos Termos e Condições, o NOWC "preserva o direito da absoluta discrição a fim de excluir qualquer voto" em desacordo com os termos e condições.
Federico Mayor, um ex-Diretor Geral da UNESCO, é o presidente do projeto. Entretanto, o NOWC não tem nenhuma ligação com a UNESCO.

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Críticas

Apesar de ter sido feita a escolha dos monumentos finalistas por um grupo de arquitetos liderados pelo ex-diretor geral da UNESCO, Federico Mayor, o concurso não possui o apoio da entidade, que apontou a falta de critérios científicos para a escolha das maravilhas, destacando o caráter informal e recreativo do concurso. Além disso, a UNESCO argumentou sobre o uso do sistema baseado em votos pela Internet, em que uma mesma pessoa poderia votar várias vezes usando endereços de correio eletrônico diferentes.Tornando esta lista meramente ilustrativa e não oficial, não podendo ser levada em consideração pelas instituições mundiais.

Os vencedores
Ruínas de Petra, Jordânia
Grande Muralha da China, China
Cristo Redentor Rio de Janeiro, Brasil
Machu Picchu Cusco, Peru
Chichén Itzá Yucatán, México
Coliseu Roma, Itália
Taj Mahal Agra, Índia

Os restantes finalistas

Acrópole de Atenas Atenas, Grécia
Alhambra Granada, Espanha
Angkor Wat Angkor, Camboja
Moais da Ilha de Páscoa Ilha de Páscoa, Chile
Torre Eiffel Paris, França
Hagia Sofia Istambul, Turquia
Kiyomizu-dera Quioto, Japão
Kremlin, Praça Vermelha, e Catedral de São Basílio Moscou, Rússia

Castelo de Neuschwanstein Füssen, Alemanha
Pirâmides de Gizé
("maravilha honorária"), Egito
Estátua da Liberdade Nova Iorque, Estados Unidos
Stonehenge Amesbury, Reino Unido
Sydney Opera House Sydney, Austrália
Tombuctu
"

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    "...Cerâmica Matheus = elementos vazados, telhas cerâmicas = Cerâmica Matheus..."    
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    31 - DESENHO Cerâmica San Remo
   
   

O desenho é um suporte artístico ligado à produção de obras bidimensionais, diferindo, porém, da pintura e da gravura. Neste sentido, o desenho é encarado tanto como processo quanto como resultado artístico. No primeiro caso, refere-se ao processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de uma ferramenta (em geral, um lápis, caneta ou pincel) e movendo-a, de forma a surgirem pontos, linhas e formas planas. O resultado deste processo (a imagem obtida), portanto, também pode ser chamada de desenho. Desta forma, um desenho manifesta-se essencialmente como uma composição bidimensional formada por linhas, pontos e formas.
O desenho envolve uma atitude do desenhista (o que poderia ser chamado de desígnio) em relação à realidade: o desenhista pode desejar imitar a sua realidade sensível, transformá-la ou criar uma nova realidade com as características próprias da bidimensionalidade ou, como no caso do desenho de perspectiva, a tridimensionalidade.

O desenho não é necessariamente sempre um fim em si mesmo, podendo vir a assumir uma função ou caracterizar-se como mediação para outro fim. Entre as várias modalidades possíveis de desenho, incluem-se:

Desenho geométrico - estudo padronizado e normatizado do desenho em duas dimensões, voltado à representação plana de entes geométricos para a simples exibição ou resolução geométrica de problemas de Matemática.


A representação do homem vitruviano, como imaginado por Leonardo da Vinci, é um dos desenhos mais conhecidos do mundo
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Desenho projetivo - estudo padronizado e normatizado do desenho em duas dimensões acerca de entes de três dimensões.

É composto de variações como o:
desenho técnico (representação de elementos tridimensionais em duas dimensões, voltado primordialmente para a exibição em si),

geometria (representação de elementos tridimensionais em duas dimensões, voltado principalmente para a resolução gráfica de problemas de Geometria).
Desenho arquitetônico - desenho voltado especialmente ao projeto de arquitetura.
Ilustração - um tipo de desenho que pretende expressar alguma informação, normalmente acompanhado de outras mídias, como o texto.

Croquis ou esboço - um desenho rápido, normalmente feito à mão sem a ajuda de demais instrumentos que não propriamente os de traçado e o papel, feito com a intenção de discutir determinadas idéias gráficas ou de simplesmente registrá-las. Normalmente são os primeiros desenhos feitos dentro de um processo para se chegar a uma pintura ou ilustração mais detalhada.
Modelo vivo - ilustração feita a partir de cópia do natural, tendo-se como tema o corpo ou a situação vivida por um modelo.


Fonte: winkipédia, a enciclopédia livre

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32 - A HISTÓRIA DO DESENHO Burin Auto Center
   
   

"A história do desenho (ou “pré-história”) começa quase que ao mesmo tempo em que a do homem. Nas cavernas ficaram gravados, por meio de desenhos, os hábitos e experiências dos primitivos “homens das cavernas” que usavam as pinturas rupestres como forma de se expressar e comunicar antes mesmo que se consolidasse uma linguagem verbal.
Ao longo dos séculos o desenho passou a ser utilizado cada vez de formas mais diferentes. Sendo até mesmo, um precursor da linguagem escrita, da fotografia e assim, do cinema, e até mesmo das representações cartográficas.

Ora ilustrando templos sagrados e tumbas, como dos egípcios onde se vê relatada, praticamente, todas as histórias da vida cotidiana e mesmo da vida após a morte, ora representando os deuses mitológicos gregos, ou ainda, conduzindo navegantes por mares desconhecidos como durante os séculos XV e XVI e nos séculos posteriores, a arte de desenhar acompanhou o homem durante todo seu desenvolvimento fazendo parte de sua


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história e, ainda hoje, é capaz de surpreender e encantar a qualquer um que se permita uma breve contemplação.

Na pré-história o desenho surgiu como forma de as pessoas se comunicarem facilitando o desenvolvimento de uma linguagem falada e escrita. Não que o homem tenha aprendido a desenhar antes de falar, porque isso é praticamente impossível de determinar uma vez que a linguagem falada não deixa marcas em paredes como as pinturas rupestres. Mas é inegável que a expressão por meio de pinturas facilitou a comunicação para aqueles povos.

Na antigüidade o desenho ganha status sagrado, principalmente no Egito, onde é usado para decorar tumbas e templos. Tanto o é que, para os antigos egípcios uma grave condenação para alguém após a morte é ter raspados todos os desenhos e inscrições de sua tumba. Mesopotâmicos, Chineses e povos do continente Americano desenvolveram cada qual um sistema diferente de desenhar, com significados próprios e que caracterizaram cada população. Da mesma forma ocorreu na antigüidade clássica, quando gregos e romanos utilizaram o desenho para representar seus deuses.

Já na mesopotâmia o desenho foi utilizado para criar representações da terra e de rotas de forma bastante primitiva. O nascimento da representação cartográfica de rotas comerciais e domínios ganha fôlego com a expansão do Império Romano e a popularização de suas cartas.

Mas um acontecimento realmente importante para todas as formas de desenho foi a invenção do papel pelos chineses há mais de três mil anos. Até então eram usados diferentes materiais para as representações como blocos de barro ou argila, couro, tecidos, folhas de palmeira, pedras, ossos de baleia, papiro (uma espécie de papel mais fibroso muito usado pelos egípcios) e até mesmo bambu. Estima-se que por volta do ano VI a.C. os chineses já utilizassem um papel de seda branco próprio para desenho e escrita. Mas, o papel da forma que conhecemos hoje surgiu em 105 d.C. tendo sido mantido em segredo pelos chineses durante quase 600 anos. A técnica, embora tenha evoluído, ainda mantém o mesmo princípio de extração de fibras vegetais, prensagem e secagem.

Os apetrechos utilizados para fazer o desenho também foram bem diferentes até que se inventasse a tão comum caneta em esferográfica, em 1938. O primeiro “utensílio” usado para desenhar foram os dedos com os quais os homens da caverna fizeram suas pinturas rupestres, depois foram usados pelos babilônicos pedaços de madeira ou osso em formato de cunha para desenhar em tábuas de argila (daí o nome da escrita “cuneiforme”). Com a invenção do papiro pelos egípcios foi necessário desenvolver outros materiais para escrita e o desenho. Passaram então a ser utilizados madeira e ossos molhados em tinta vegetal e, depois, as famosas penas ou ainda o carvão que já era utilizado pelo homem das cavernas. As penas, no século XVIII, passaram a ser de metal e em 1884, Lewis E. Watterman patenteou a caneta tinteiro, precursora das esferográficas.

Da mesma forma que os instrumentos utilizados para o desenho evoluíam, o próprio desenho evoluía junto. No Japão, a época mais próspera dos samurais (1192 a 1600) o desenho experimenta um grande crescimento. Os samurais além de guerreiros se dedicavam às artes. É no Japão que foi divulgada a tinta nanquim criada pelos chineses, ao contrário do que se costuma pensar. Uma tinta preta bastante usada para desenhar e que era feita de um pigmento negro extraído de compostos de carbono queimados (como o carvão).

Assim como praticamente todas as formas tradicionais de arte, o desenho foi bastante difundido por religiosos seja no oriente ou no ocidente. Assim, a arte mantém ainda uma ligação com o religioso, embora no Japão tenha se popularizado a representação da natureza e na antigüidade já se fizessem desenhos sobre a vida e as pessoas.

É no Renascimento que o desenho ganha perspectivas e passa a retratar mais fielmente a realidade ao contrário do que ocorria, por exemplo, nas ilustrações da Idade Média, quando a falta de perspectiva criava cenários completamente impossíveis. Com o Renascimento surge também um conhecimento mais aprofundado da anatomia humana e os desenhos ganham em realidade. Mestres da pintura na época eram também exímios desenhistas que usavam os conhecimentos da anatomia para dar mais realidade as imagens através do uso de sombras, proporções, luz e cores.

Devido a Revolução Industrial surge uma nova modalidade de desenho voltado para a projeção de máquinas e equipamentos: o desenho industrial.

Em 1890, outro marco para o desenho: surge a primeira revista em quadrinhos semanal da história. No dia 17 de maio de 1890 foi lançada a Comic Cuts pelo magnata londrino Alfred Harmsworth, mais tarde Lord Northcliffe. Mas, outras fontes atribuem o feito a obras anteriores: uma destas obras seria o desenho chamado “Yellow Kid” publicada em 1897 por Richard Outcalt. No Brasil, as precursoras foram as tiras do ítalo-brasileiro Ângelo Agostini, publicadas em 1869, no jornal “Vida Fluminense” com o título de “As Aventuras de Nhô Quim”.

Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) as caricaturas e charges se popularizam e sua utilização passa a ser cada vez mais freqüente. Com a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) não só as caricaturas em periódicos de grande circulação, mas também as animações passam a ser utilizadas por ambos os lados numa verdadeira “guerra visual”, seja para fazer propaganda ou para fazer críticas a um e outro sistema.

Da década de 90 para cá as evoluções foram enormes. Centenas de periódicos no mundo todo tratam exclusivamente do assunto “desenho” em suas mais diversas modalidades: cartuns, charges, desenhos técnicos, desenho artístico, caricatura, animes, mangás, grafite e outros.

Técnicas cada vez mais apuradas de desenho, arte final, diagramação, impressão e distribuição possibilitaram além da melhoria da técnica, a criação de estilos tão variados quanto é a variedade de público. E que essa história nunca termine…

A história do desenho (ou “pré-história”) começa quase que ao mesmo tempo em que a do homem. Nas cavernas ficaram gravados, por meio de desenhos, os hábitos e experiências dos primitivos “homens das cavernas” que usavam as pinturas rupestres como forma de se expressar e comunicar antes mesmo que se consolidasse uma linguagem verbal.
Ao longo dos séculos o desenho passou a ser utilizado cada vez de formas mais diferentes. Sendo até mesmo, um precursor da linguagem escrita, da fotografia e assim, do cinema, e até mesmo das representações cartográficas.

Ora ilustrando templos sagrados e tumbas, como dos egípcios onde se vê relatada, praticamente, todas as histórias da vida cotidiana e mesmo da vida após a morte, ora representando os deuses mitológicos gregos, ou ainda, conduzindo navegantes por mares desconhecidos como durante os séculos XV e XVI e nos séculos posteriores, a arte de desenhar acompanhou o homem durante todo seu desenvolvimento fazendo parte de sua história e, ainda hoje, é capaz de surpreender e encantar a qualquer um que se permita uma breve contemplação.

Na pré-história o desenho surgiu como forma de as pessoas se comunicarem facilitando o desenvolvimento de uma linguagem falada e escrita. Não que o homem tenha aprendido a desenhar antes de falar, porque isso é praticamente impossível de determinar uma vez que a linguagem falada não deixa marcas em paredes como as pinturas rupestres. Mas é inegável que a expressão por meio de pinturas facilitou a comunicação para aqueles povos.

Na antigüidade o desenho ganha status sagrado, principalmente no Egito, onde é usado para decorar tumbas e templos. Tanto o é que, para os antigos egípcios uma grave condenação para alguém após a morte é ter raspados todos os desenhos e inscrições de sua tumba. Mesopotâmicos, Chineses e povos do continente Americano desenvolveram cada qual um sistema diferente de desenhar, com significados próprios e que caracterizaram cada população. Da mesma forma ocorreu na antigüidade clássica, quando gregos e romanos utilizaram o desenho para representar seus deuses.

Já na mesopotâmia o desenho foi utilizado para criar representações da terra e de rotas de forma bastante primitiva. O nascimento da representação cartográfica de rotas comerciais e domínios ganha fôlego com a expansão do Império Romano e a popularização de suas cartas.

Mas um acontecimento realmente importante para todas as formas de desenho foi a invenção do papel pelos chineses há mais de três mil anos. Até então eram usados diferentes materiais para as representações como blocos de barro ou argila, couro, tecidos, folhas de palmeira, pedras, ossos de baleia, papiro (uma espécie de papel mais fibroso muito usado pelos egípcios) e até mesmo bambu. Estima-se que por volta do ano VI a.C. os chineses já utilizassem um papel de seda branco próprio para desenho e escrita. Mas, o papel da forma que conhecemos hoje surgiu em 105 d.C. tendo sido mantido em segredo pelos chineses durante quase 600 anos. A técnica, embora tenha evoluído, ainda mantém o mesmo princípio de extração de fibras vegetais, prensagem e secagem.

Os apetrechos utilizados para fazer o desenho também foram bem diferentes até que se inventasse a tão comum caneta em esferográfica, em 1938. O primeiro “utensílio” usado para desenhar foram os dedos com os quais os homens da caverna fizeram suas pinturas rupestres, depois foram usados pelos babilônicos pedaços de madeira ou osso em formato de cunha para desenhar em tábuas de argila (daí o nome da escrita “cuneiforme”). Com a invenção do papiro pelos egípcios foi necessário desenvolver outros materiais para escrita e o desenho. Passaram então a ser utilizados madeira e ossos molhados em tinta vegetal e, depois, as famosas penas ou ainda o carvão que já era utilizado pelo homem das cavernas. As penas, no século XVIII, passaram a ser de metal e em 1884, Lewis E. Watterman patenteou a caneta tinteiro, precursora das esferográficas.

Da mesma forma que os instrumentos utilizados para o desenho evoluíam, o próprio desenho evoluía junto. No Japão, a época mais próspera dos samurais (1192 a 1600) o desenho experimenta um grande crescimento. Os samurais além de guerreiros se dedicavam às artes. É no Japão que foi divulgada a tinta nanquim criada pelos chineses, ao contrário do que se costuma pensar. Uma tinta preta bastante usada para desenhar e que era feita de um pigmento negro extraído de compostos de carbono queimados (como o carvão).

Assim como praticamente todas as formas tradicionais de arte, o desenho foi bastante difundido por religiosos seja no oriente ou no ocidente. Assim, a arte mantém ainda uma ligação com o religioso, embora no Japão tenha se popularizado a representação da natureza e na antigüidade já se fizessem desenhos sobre a vida e as pessoas.

É no Renascimento que o desenho ganha perspectivas e passa a retratar mais fielmente a realidade ao contrário do que ocorria, por exemplo, nas ilustrações da Idade Média, quando a falta de perspectiva criava cenários completamente impossíveis. Com o Renascimento surge também um conhecimento mais aprofundado da anatomia humana e os desenhos ganham em realidade. Mestres da pintura na época eram também exímios desenhistas que usavam os conhecimentos da anatomia para dar mais realidade as imagens através do uso de sombras, proporções, luz e cores.

Devido a Revolução Industrial surge uma nova modalidade de desenho voltado para a projeção de máquinas e equipamentos: o desenho industrial.

Em 1890, outro marco para o desenho: surge a primeira revista em quadrinhos semanal da história. No dia 17 de maio de 1890 foi lançada a Comic Cuts pelo magnata londrino Alfred Harmsworth, mais tarde Lord Northcliffe. Mas, outras fontes atribuem o feito a obras anteriores: uma destas obras seria o desenho chamado “Yellow Kid” publicada em 1897 por Richard Outcalt. No Brasil, as precursoras foram as tiras do ítalo-brasileiro Ângelo Agostini, publicadas em 1869, no jornal “Vida Fluminense” com o título de “As Aventuras de Nhô Quim”.

Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) as caricaturas e charges se popularizam e sua utilização passa a ser cada vez mais freqüente. Com a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) não só as caricaturas em periódicos de grande circulação, mas também as animações passam a ser utilizadas por ambos os lados numa verdadeira “guerra visual”, seja para fazer propaganda ou para fazer críticas a um e outro sistema.

Da década de 90 para cá as evoluções foram enormes. Centenas de periódicos no mundo todo tratam exclusivamente do assunto “desenho” em suas mais diversas modalidades: cartuns, charges, desenhos técnicos, desenho artístico, caricatura, animes, mangás, grafite e outros.

Técnicas cada vez mais apuradas de desenho, arte final, diagramação, impressão e distribuição possibilitaram além da melhoria da técnica, a criação de estilos tão variados quanto é a variedade de público."

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